Acabei de chegar do Equador, mais uma GREENTRIP, e nunca vi tantas orquídeas juntas! Chego maravilhado e com muito para contar. Espero fazê-lo em vários textos pois é difícil partilhar o tanto que aprendi e mais de 2000 fotos. Espero que não se cansem.

Vi orquídeas na natureza, em centros de cultivo e no WOC2017 – World Orchid Conference, em Guadayaquil. Um verdadeiro mundo orquidófilo!

O primeiro passeio na natureza não foi fácil porque não estávamos habituados à altitude. Estávamos a 3300 m de altitude o que nos provoca tonturas, palpitações e dores de cabeça. Mas como todos os orquidófilos compreenderão, essa má disposição geral desaparece assim que começamos a encontrar orquídeas.

Paisagem no início do trilho “Sendero de la Isla”. Não era floresta, mais um bosque com um ribeiro de águas rápidas onde havia uma ilhota que lhe dava o nome.

E não demorou muito a encontrarem-se orquídeas. Lamentavelmente não sei o nome de muitas e muitas fotos estarão só identificadas com os géneros.

Pleurothallis sp.

 

As mesmas Pleurothallis com cápsulas de sementes.

As árvores estavam cheias de musgos, líquenes, bromélias e orquídeas.

As árvores fervilhavam de plantas!

Lepanthes sp.

 

E surpreendentemente, uma orquídea terrestre a romper no solo florestal.

 

Cyrtochilum cheio de cápsulas de sementes.

 

A luz era filtrada pelas copas das árvores.

 

Epidendrum sp.

 

Outro Epidendrum sp.

E ao longe, éramos observados pelo vulcão Antisana, que nos seus respeitáveis 5704 m, está adormecido desde 1802. Mesmo assim, nas Termas de Papallanca, onde ficámos hospedados, desfrutámos das suas piscinas de água quente depois do trilho de 2 Km que naquela altitude mais parecem 5 Km.